Artista italiano retrata Adolf Hitler no colo de Nossa Senhora

giuseppe_venezianoEu sempre percebi a enorme tendência de tudo que é religioso descambar pra Lei de Godwin, mas tem coisas que chega ao cúmulo do ridículo. Um belo exemplo disso foi trazido até meus humildes olhos pelo artista italiano Giuseppe Veneziano, que não tinha muito o que fazer (e provavelmente o gnocchi acabara) e resolveu usar de seus dons artísticos para retratar una piu bella madonna. O problema é que ao retratar a Nossa (dos católicos, e não minha) Senhora, ele colocou Adolf Hitler – o austríaco psicótico – no colo da santa(?) senhora. Conclamo todas as legiões de leitores à minha presença, pois aqui temos mais uma SEXTA INSANA!

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O papa sofre de amnésia?

ratzinger_jovemHoje resolvi escrever um pouco a respeito do papa, aquele homem que gosta de usar túnicas vermelhas, com bordados de marca (e alguém ai já ouviu falar com certeza das famosas grifes como a Gucci, por exemplo) e aqueles sapatinhos Prada (e uma vez mais, faço lembrar aquele filme – O Diabo veste Prada), e ainda por cima, tem uma semelhança física incrível com Palpatine, que o André sempre faz questão de chamá-lo de Imperador dos Sith. Mas então, voltemos ao assunto…

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Eugenia, a biologia como farsa

Por Pietra Diwan

Inglaterra, século XIX. As transformações desencadeadas pela segunda fase da Revolução Industrial alteram profundamente a vida social. O medo burguês da multidão nascente, aliado ao triunfo do discurso científico, encontra na biologia um meio de pôr ordem no aparente caos social: reurbanização, disciplina e políticas de higiene pública deveriam ser aplicadas com a finalidade de prevenir a degradação física dos trabalhadores para evitar prejuízos na economia.

Em meio ao clima de crença inabalável na ciência, o naturalista inglês Charles Darwin publica em 1859 o livro fundador do evolucionismo: A origem das espécies. As descobertas de Darwin mostravam que no mundo animal, na permanente luta pela vida, só os mais bem adaptados sobrevivem e os mais bem “equipados” biologicamente têm maiores chances de se perpetuar na natureza. As teses de Darwin logo são transportadas para outros campos do conhecimento em uma tentativa de explicar o comportamento humano em sociedade. Surge assim o darwinismo social, que apresenta os burgueses como os mais capazes, os mais fortes, os mais inteligentes e os mais ricos. Continue lendo