Lei Afegã condena mulheres à inanição por se recusarem a fazer sexo

mulher_tristeA semana está chegando na metade, mas parece que o pessoal mal pode esperar para a Sexta Insana. Assim, ficam contribuindo com barbaridades e tosqueiras tão absurdas que dizer What The Fuck torna-se algo comum. Um exemplo disso é a nova lei proposta naquele lugarzinho lindinho e maravilhoso chamado Afeganistão, onde maridos poderão privar suas esposas de alimento caso elas se recusem a ter relações sexuais. Em resumo, se eu não posso comer, você também não pode. Não é maravilhoso esse lugar?

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Muçulmana é proibida de usar “burkini” na piscina

burkiniImaginem, pessoal, se vocês fossem curtir um dia de folga, tomando um refrescante banho de piscina. Imaginem que bastava vocês chegarem para haver uma certa comoção, onde os seguranças lhe proibiriam de mergulhar ana referida piscina. Motivo? Você estava vestida dos pés à cabeça, não com uma roupa de mergulhador, mas com um “burkini”, isto é, uma espécie de traje de banho muçulmano, já que sua religião lhe proíbe mostrar algo mais que seus olhos.

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A diversidade do islã

islaSeria pueril criticar o discurso do presidente Obama no Cairo para o mundo muçulmano. Foi bem redigido e, como de costume, bem proferido. Teve o impacto pretendido, apesar de serem difíceis as ações que sustentarão as palavras.

Contudo, o discurso sugeriu uma divisão entre muçulmanos e não-muçulmanos maior do que realmente existe. Houve uma falta de reconhecimento implícito na grande diversidade do islamismo, uma religião que, como o cristianismo, formou e foi formada pelas sociedades às quais se ligou.

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Mulher desafia tabus sexuais com o auxílio do Alcorão

islamica_sexyWedad Lootah não dá a impressão de ser uma ativista sexual. Muçulmana e nativa dos Emirados Árabes Unidos, ela usa um niqab (véu muçulmano que cobre inteiramente o rosto e a cabeça das mulheres, com a exceção dos olhos) preto longo – que só deixa os seus olhos castanhos à mostra – e acrescenta à conversa citações do Alcorão.

Mas ela é a autora daquilo que para o Oriente Médio é um livro novo e surpreendentemente franco de conselhos eróticos, no qual ela elogia o orgasmo feminino, aborda tópicos que são tabus, como a homossexualidade, e pede aos árabes que superem as tradições retrógradas que limitam a sua felicidade sexual.

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Após 30 anos de proibição, sauditas vão ao cinema pela 1ª vez

menahiO mundo islâmico é uma algaravia de esquisitices. E quando eu vejo uma notícia como essa, eu fico sem saber quem está na frente no quesito tosqueira, se os cristãos ou os muçulmanos. Decidam-se vocês, pois pra mim é caso perdido; ainda mais quando eu vejo que durante 30 (TRINTA!!) anos o cinema era proibido na capital da Arábia Saudita (Riad, caso você tenha matado as aulas de geografia).

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Dentro de uma seita islâmica do ódio

muslim_fearDurante um ano, os olhos negros de Fátima Mohand Abdelkader não cruzaram com os de nenhum homem que não fosse seu pai ou o dirigente da seita Takfir Wal Hijra (Anátema e Exílio), que a capturou e aliciou no bairro muçulmano de La Cañada, o mais deprimido e abandonado de Melilla. Depois de deixar os estudos, rezava em casas abandonadas, afastada dos olhares mundanos, vestia-se de preto, cobria os cabelos e pensava em adotar a pudica “burca” que seu mestre sempre lhe oferecia. Suas amigas já tinham feito isso.

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A vida das mulheres no Afeganistão

mulher_islaO Bazar Mandavi, maior centro comercial de Cabul, tem uma ala para fabricantes de burcas – uma centena deles. Penduradas lado a lado, no mesmo tom de azul, parecem todas iguais. Shahpoor Zaheri, de 41 anos, mostra diferenças no bordado e no tecido. Ele vende 42 burcas por dia. No oitavo ano sem o Taleban, a maioria das afegãs ainda se esconde sob o manto, símbolo da opressão feminina. Num Afeganistão rural e governado por códigos de conduta tribais, é a tradição e não a religião que faz do país o pior do mundo para se nascer mulher.

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