O impacto do álcool na adolescência

barney_simpsonsUma nova pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Washington trouxe mais uma comprovação do que todo mundo já sabe – ou, pelo menos, deveria saber: excesso de álcool na adolescência acarreta em adultos idiotas. Bem, não necessariamente nessas palavras, mas o resultado foi bem claro ao afirmar que o abuso de bebidas alcoólicas na adolescência pode ter efeitos danosos no processo de tomada de decisão na vida adulta.

Para horror do Robson, a pesquisa foi realizada com ratos adolescentes; mesmo porque, ninguém quis servir de cobaia, como sempre. Até acredito que quiseram usar aqueles adolescentes imundos que perambulam perto de sarjetas, ao Deus dará, mas ainda temos certas normas de civilização e os ratos… bem, são ratos. Reproduzem rapidamente e crescem numa velocidade maior que seres humanos, demorando menos empo para termos resultados. Merda acontece, Robson.

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PNAD: Uma vergonha chamada Brasil

prefeito_burroA Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) é uma pesquisa feita pelo IBGE. Se você não sabe o que significa IBGE, este artigo fala justamente sobre VOCÊ!

A pesquisa feita em 150 mil domicílios durante o ano de 2008 mostra o LIXO no qual este país está. Os dados coletados são alarmantes, se bem que os órgãos públicos estão calminhos, posto que nunca foi prioridade melhorar alguma coisa nesse país, só se fala em coletar de dados e propagandear o famigerado pré-sal. Na última edição do levantamento, ficou patente a falência da Educação, em contraposição a uma questionável melhoria no padrão de vida das pessoas. Pelo visto, Educação não influi no padrão de vida, e obviamente isso não me causa estranheza, dados os discursos do Primeiro Molusco. Preparem a armadura, que está na hora de partirmos pra porrada!

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Um beijo de língua de tirar o fôlego

jerseySempre tem alguém propalando que a Natureza é maravilhosa, e eu concordo! Nada tão lindo e maravilhoso quanto o mundo natural, onde vemos espécies co-existirem pacificamente (ou nem tanto), construindo uma biodiversidade fabulosa, com seus mistérios, segredos e um amplo espectro de novidades prontas para serem descobertas. Um belo exemplo acontece em Jersey, retratada na foto ao lado.

Sim, é lindamente fantástico quando vemos dois seres dividindo uma vida em comum, mas sobretudo onde a simbiose deles reflete como o mundo é perfeitinho. Quando duas dessas criaturas se juntam e mergulham fundo numa relação primorosa e perfeita, vemo-os o quanto a natureza é bela, ainda mais quando um deles oferece ao ouro um quente e delicioso beijo, daqueles de arrancar pedaço, conforme podemos ver a seguir.

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A conquista do Pólo Norte e os problemas de acreditar sem provas

polo_norteLi um artigo de John Tierney para o The New York Times em sua coluna Findings sobre a suposta conquista do Pólo Norte por Frederick A. Cook e Robert E. Peary. O artigo era intitulado “A Clash of Polar Frauds and Those Who Believe”, que em uma tradução séria seria vertido para “Um choque de fraudes polares e aqueles que acreditam”, onde o Terra teve a delicadeza de alterar para “Chegada ao Pólo Norte em 1909 foi maior fraude da Ciência“. Claro que não perderei meu tempo com tradutores e suas manchetes bombásticas, já que eles precisam chamar a atenção e, bem, sabemos como brasileiro adora mudar títulos e o cinema é uma prova maravilhosa disso.

O artigo versa sobre como os dois exploradores arrancaram uma grana de alguns patrocinadores – o The New York Times (vamos abreviar para NYT) era patrocinador de Robert Peary, e aposto que ainda deve guardar rancor até hoje – sem que tivessem realizado absolutamente nada. O artigo menciona que isso foi “uma grande fraude na ciência”, mas que a tradução retardada do Terra traduziu como “uma grande fraude da ciência”. Aliás, é um artigo interessante, ainda mais que ele exprime algo que nós, difusores do pensamento científico, tanto adoramos: provas e evidências. E foi justamente isso que os dois pseudo-exploradores não apresentaram.

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O cimento revela seus segredos

pedreiroPresente tanto em casas de ricos quanto nas de pobres, em muros de casas e de presídios, em hospitais e quartéis. Não saberíamos, hoje, realizar nenhuma construção sem o auxílio dele, o cimento. Na Grécia e Roma antigas, as construções eram feitas com pedras (em geral mármore, mas que dependia da edificação em questão) unidas por argamassa, consistindo em cal extinta – hidróxido de cálcio, Ca(OH)2 – misturado com areia e água, formando uma massa espessa. Exposta ao ar, essa mistura vai perdendo a água e solidifica-se ao absorver o CO2 da atmosfera formando carbonato de cálcio (CaCO3). Contudo, este processo é muito lento. Só para se ter uma idéia, alguns edifícios romanos de mais de 2000 anos possuem núcleos de cal extinta que não tinha reagido ainda no interior da argamassa. Que coisa, não? Aços e outros materiais empregados na construção possuem vasta documentação sobre suas composições e arranjos em níveis moleculares; mas o mesmo não acontece com o cimento… até agora.

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Campo de força contra desastres naturais pode tornar-se real

mulher_invisivelPesquisadores da Universidade de Utah, nos EUA, desenvolveram um novo método de camuflagem que, no futuro, poderá proteger edifícios e instalações petrolíferas dos efeitos devastadores dos terremotos e tsunamis além de impedir que submarinos e aviões de combate sejam detectados por qualquer tipo de sonar ou radar. Diferente dos métodos utilizados em pesquisas com metamateriais – que pretendem criar a capa da invisibilidade – esses novos dispositivos de camuflagem geram ondas capazes de criar uma ‘zona de paz’ e de invisibilidade. A pesquisa foi publicada na revista online LiveScience.

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Métodos agrícolas das primeiras civilizações podem ter alterado o clima global

queimadaNão é de hoje que seres humanos queimam florestas para poderem usar a terra, seja como pasto ou como área de cultivo, isso já acontecia há milhares de anos, e isso pode ter influenciado no clima do planeta, por ter aumentado a concentração de dióxido de carbono (CO2). Pesquisadores da Universidade da Virgínia e da Universidade de Maryland, EUA, afirmam que as 6 bilhões de pessoas de hoje usam cerca de 90% a menos de terra por pessoa para produção de alimento do que era usado por populações menores no início do desenvolvimento das civilizações. Essas primeiras sociedades provavelmente se basearam num processo de corte-queima para limpar grandes extensões de terras, afim de produzirem alimentos em níveis relativamente pequenos.

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