Greves: Nada de novo na USP

bracos_cruzadosNão há novidade nos incidentes desta semana na Cidade Universitária, quando, cumprindo determinação judicial, a Polícia Militar (PM) derrubou barricadas e enfrentou com energia a agressividade de piquetes de servidores e alunos, para liberar o acesso à Reitoria da USP. O confronto era previsível desde que alguns servidores da instituição, com o apoio de pequenos grupos de estudantes e professores vinculados a facções políticas radicais, perceberam que a greve deflagrada no início de maio vinha obtendo baixa adesão. As únicas atividades que o comando de greve conseguiu interromper, além de um ou outro departamento da Faculdade de Filosofia, da FAU e da ECA, foram bibliotecas, creches, bandejões e os ônibus circulares. Nas 80 unidades da USP espalhadas na capital e no interior, os 5 mil professores continuaram lecionando para os 86 mil alunos da instituição.

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