Estudo identifica genes responsáveis por sinestesia

sinestesiaÉ bem improvável que o leitor esteja vendo cada uma das letras ou palavras desta breve nota com cores distintas. Se sim, dois avisos: i) elas estão em tinta preta; ii) é provável que o leitor seja portador de um quadro que acomete menos de 1% da população mundial: a sinestesia, sobre a qual há novidades.

A sinestesia, que tem raízes familiares, é tão estranha quanto desconhecida. Sua versão mais comum parece ser a chamada sinestesia auditiva: a pessoa vê cores quando escuta sons. Mas há também quem veja cores ao ler, sentir cheiros, enxergar formas ou tocar objetos. A lista de ‘deflagradores’ é longa.

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