Uso de ratos de laboratório completa 100 anos

rato-300x289A ideia de usar ratos nos experimentos que não podem ser feitos com pessoas ocorre a qualquer um hoje em dia, mas foi preciso um marciano para a propor cem anos atrás. Chamava-se Clarence Little (não o rato, mas o cientista) e era então um estudante de doutorado na Universidade Harvard. O chamavam de “o homem-rato”.

A ideia do marciano vende hoje 25 milhões de ratos por ano para cientistas do mundo todo. Muitos procedem do mesmo Laboratório Jackson fundado por Little em 1929, sede do projeto genoma dessa espécie e provedor, no Estado americano do Maine, de mais de 4 mil variedades geneticamente definidas. O laboratório veterinário Zadonsk, na região russa de Lipetsk, mandou erguer um monumento a ele – ao rato, não ao cientista.

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