Cientistas tentam decifrar o fenômeno do “estava na ponta da língua”

ponta_linguaSegundo a opinião de todos, meu avô, Nathan, tinha as ambições cômicas de um Jack Benny, mas o talento cômico de um John Kerry. Sem desanimar, ele sempre guardava um bloquinho de papéis no bolso. Caso ele ouvisse uma boa piada, sempre haveria um lugar para anotá-la. Como eu gostaria de saber onde Nathan guardava os papeizinhos.

Assim como muita gente, eu nunca consigo lembrar de uma piada. Eu ouço, ou leio, algo hilário, rio alto o suficiente para constranger todo mundo na biblioteca, mas instantaneamente esqueço tudo – menos o fato, sempre popular numa mesa de jantar, de que eu “ouvi uma piada ótima hoje, mas agora não me lembro como era”.

Clique aqui para ler o restante deste artigo »

Anúncios
%d blogueiros gostam disto: