O poder curativo da morte

johann_schroderSegundo a receita, a carne deveria ser cortada em pequenos pedaços ou fatias, borrifadas com “mirra e pelo menos um pouquinho de babosa”, e depois imersa em etanol por alguns dias.

Por fim, ela deveria ser pendurada “em um lugar bem seco e à sombra”. No fim, a receita avisa que ficaria “parecida com carne defumada” e sem “nenhum “fedor”.

Johann Schröder, um farmacologista germânico, escreveu essas palavras no século 17. Mas a carne a que ele se referia não era presunto ou filé mignon curado. As instruções pediam especificamente pelo “cadáver de um homem avermelhado… de uns 24 anos”, que houvesse “morrido de uma morte violenta, mas não de uma doença” e depois fosse deixado “exposto aos raios da lua por um dia e uma noite” com “um céu limpo”.

Clique aqui para ler o restante deste artigo »

Anúncios
%d blogueiros gostam disto: