A ciência emergente do Terceiro Mundo

cienciaA presidente do prestigioso Instituto Tecnológico de Massachusetts (EUA), Susan Hockfield, não pensa nas mulheres quando lhe perguntam se é preciso promover uma maior presença feminina na ciência; pensa em seu país: “[Os EUA] competem cada vez mais em inovação tecnológica. (…) Diante desse desafio, é imperativo explorar o talento das duas metades da população, a masculina e a feminina”.

Muitos baseiam nesse mesmo argumento egoísta a necessidade de estimular a ciência no mundo em desenvolvimento. Há mais probabilidade de resolver os problemas atuais, desde a mudança climática até a crise energética, se se aproveitar ao máximo a inteligência e a criatividade humanas, venham de onde vierem.

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