Preenchendo a lacuna religiosa

O ano de 2004 marcou o ponto mais baixo no relacionamento estremecido entre liberais e religiosos. O candidato democrata John Kerry, um católico, soava desajeitado ao falar sobre sua fé, e chegou perto de lhe ser negada a comunhão por apoiar o aborto. Sua derrota confirmou o poder dos mais de 50 milhões de evangélicos americanos, quase um quarto da população adulta.

Freqüentadores regulares de igreja votam em número esmagador a favor dos republicanos, assim como mais de três quartos dos chamados “eleitores de valores” (aqueles que dizem que os “valores morais” pesam mais na escolha de um candidato). George W. Bush ficou com a mesma proporção de evangélicos e mais da metade dos católicos. Freqüentar a igreja se tornou um dos indicadores mais confiáveis da intenção de voto. “Muitos liberais descobriram Deus nas pesquisas de boca-de-urna após as eleições de 2004″, notou o comentarista E.J. Dionne. Read more »

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