Área da fala é a mesma em humanos e chimpanzés

Mais uma vez, para desacreditar totalmente a Hipótese Criaburracionista (ou seria Design Imbecil ?), foi descoberta mais uma evidência que fortalece cada vez mais as teorias evolucionistas sobre as nossas origens. Contra os fatos da vida real, os crentes do Planeta Bíblia não tem vez, não tem voz, não tem argumentos, não tem nada de nada. Somente fantasias intangíveis, imaginárias e ilusórias.

A região do cérebro encarregada da comunicação, tanto a falada quanto a de sinais, é a mesma nos humanos e nos chimpanzés, o que reforça a teoria, comprovada geneticamente, de que ambos têm origem em um ancestral comum.

Assim indica o estudo de uma equipe de cientistas publicado hoje na revista digital Current Biology.

“O comportamento comunicativo do chimpanzé tem muitas características semelhantes à linguagem humana”, afirma Jared Taglialatela, do Centro Nacional de Pesquisa de Primatas de Yerkes, em Atlanta (EUA), membro da equipe que realizou o estudo.

A pesquisa “sugere que as bases neurológicas da linguagem humana já estavam presentes no ancestral comum do homem e do chimpanzé”, afirmou o investigador.

A equipe de cientistas identificou a Área de Broca, parte da região cerebral conhecida como giro frontal inferior, no hemisfério esquerdo, como um dos sistemas neuronais que são ativados quando o ser humano se prepara para dizer algo e quando fala ou gesticula.

“Antes não sabíamos se outros primatas, e principalmente nosso mais próximo parente vivo, o chimpanzé, possuía uma região cerebral comparável, relacionada à produção de seus próprios sinais de comunicação”, afirmou Taglialatela.

Para o estudo, os pesquisadores submeteram três chimpanzés a uma tomografia computadorizada do cérebro enquanto estes gesticulavam e chamavam uma pessoa, pedindo que levasse comida.

Estes chimpanzés mostraram uma ativação da Área de Broca e outras regiões envolvidas na comunicação humana.

Os pesquisadores interpretam o resultado como a prova de que os chimpanzés têm um cérebro preparado para a linguagem, embora admitam que “é possível argumentar que, como os símios nasceram em cativeiro e produziram sinais que não são comuns quando estão em liberdade, a aprendizagem destes induziu a ativação cerebral que vemos”.

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